terça-feira, 15 de outubro de 2013

Estilo de vida de quem pratica Karatê

O karatê proporciona melhoria no condicionamento físico
O karatê proporciona melhoria no condicionamento físico
É difícil encontrar uma pessoa que nunca ouviu falar sobre artes marciais, em principal, sobre karatê, que inúmeras vezes já serviu para inspirar vários temas de filmes. Essa tradicional modalidade não é somente um esporte a ser praticado, mas sim um estilo de vida para quem decide se dedicar.

De origem chinesa, mas com desenvolvimento e evolução japonesa o caratê passa a significar "caminho de mãos vazias", até mesmo por usar somente as mãos e outros membros do corpo. Por seu significado e técnica, o karatê é considerado uma filosofia de vida, pois se baseia no respeito, perfeição do caráter, verdade, espírito de esforço, e valorização de princípios.

A técnica utilizada no karatê abrange golpes incisivos como chutes, socos e joelhadas, e técnicas de projeção, como imobilização e bloqueios. Com esse treinamento, o carateca desenvolve um melhor condicionamento físico, velocidade, flexibilidade e capacidade aeróbica.

Por ter variações de escola para escola, o karatê não possui uma padronização, mas foi aceito mundialmente como esporte e assim classificado como esporte olímpico, podendo participar dos Jogos Pan-Americanos, porém ainda não aceito para os Jogos Olímpicos.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado  http://www.portaleducacao.com.br/esporte/artigos/20629/estilo-de-vida-de-quem-pratica-karate#ixzz2hoN6FFJ5

Continue Lendo...

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Saiba o que é Kata


Saiba o que é Kata


Kata (型 ou 形, forma) é um conjunto de movimentos de ataque e defesa e está presente nas mais diversas artes marciais japonesas , realizados em conjunto ou individualmente. O significado mor é "forma", mas que adquire conotações diversas, dependendo da arte em questão.

No caratê, descreve uma simulação de combate detalhada de movimentos, que é praticada índividualmente ou em equipe. Antes de executá-lo, o praticante deve passar por uma prática de técnicas fundamentais, os kihons; ao que, antes da popularização, era referenciado como "balé da morte", termo que bem descreve sua natureza. A depender do estilo, há variações de um mesmo kata .

Em judô, diz-se que um conjunto de técnicas fundamentais, para transmitir uma técnica, como nage-no-kata (formas de projeção), katame-no-kata (formas de domínio no solo) ou kime-no-kata (técnicas de combate real). Também se diz que o escopo dos katas é revelar o verdadeiro espírito pacifista da arte e, bem assim, sua finalidade. De igual formal, no aiquidô, que é um descendente do jiu-jitsu tradicional, representa uma série de movimentos pré-definidos, mas com a peculiaridade de quase sempre utilizar bastão ou espada, em que um praticante ataca e outro defende .

Em qualquer arte marcial, a simulação inserta num kata representa uma sequência de movimentos, ataque e defesa numa luta imaginária. Cada ataque deve ser executado como se o oponente estivesse em sua frente, para atingi-lo, e cada defesa deve ser executada como se o adversário estivesse mesmo a atacá-lo, em uma situação real de perigo. Cada movimento tem sua interpretação, devendo ser respeitado seu e tempo e aplicação.

O objetivo do kata é ajudar no desenvolvimento das aptidões psicológicas e físicas necessárias para o verdadeiro combate.

Além do mais, o kata faz com que uma pessoa tenha domínio da luta, ou seja, ela controla o espaço entre si e seu adversário. Os kata, quando foram desenvolvidos, tiverem como modelo principal os movimentos que certos mestres tiveram que usar em situações reais de perigos contra dois ou mais adversários.


Continue Lendo...

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Linha do tempo sobre Jigoro Kano

Linha do tempo sobre Jigoro Kano

Podemos resumir uma linha de tempo sobre Jigoro Kano como segue: 

18/10/1860 - Data de nascimento
1877 - Ingressa na Universidade Imperial de Tóquio Torna-se aluno do Mestre Fukuda (Jujitsu)
1878 - Funda o primeiro clube de basebol do Japão
1881 - Licenciado em letras Torna-se aluno da escola de Kito (Jujitsu),
1882 - Forma-se em Ciências Estéticas e Morais Em fevereiro, funda a sua Escola da qual deu o nome Judô Kodokan       
         - Em agosto é nomeado professor no Colégio dos Nobres
1884 - Nomeado adido do Palácio Imperial
1886 - Nomeado vice-presidente do Colégio dos Nobres
1889 - Viaja à Europa como Adido da Casa Imperial
1899 - Torna-se Presidente do Butokukai (Centro de estudo de artes militares)
1907 - Elabora os três primeiros Katas de Judô
1909 - Torna-se membro do Comitê Olímpico Internacional, como primeiro representante do Japão
1911 - Eleito presidente da Federação Desportiva do Japão
1922 - Passa a Ter assento na Câmara Alta do Parlamento Japonês
1924 - Nomeado Professor Honorário da Escola Normal Superior de Tóquio
1928 - Participa da Assembléia Geral dos Jogos Olímpicos de Amsterdã
04/05/1938 - Morre a bordo do navio que transportava ao Cairo onde se realizava a Assembléia geral do Comitê Internacional dos Jogos Olímpicos.

Fonte : http://www.judopiaui.com.br

Continue Lendo...

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A Origem do Judô

A Origem do Judô

O JUDÔ teve sua origem quando o Professor Jigoro Kano procurou sistematizar as técnicas de uma arte marcial japonesa, conhecida como "Jujitsu" e fundamentar sua prática em princípios filosóficos bem definidos, a fim de torná-la um meio eficaz para o aprimoramento do físico, do intelecto e do caráter, num processo de aperfeiçoamento do ser humano. 

Nesse contexto, invariavelmente surge a questão: Porque chamar de judô ao invés de Jujitsu como já era conhecida a arte marcial? 

Para poder entender a razão e a dimensão pretendida por essa mudança, deve-se buscar a interpretação no processo histórico que envolve o cultivo do "Budo " nas antigas formas de artes marciais do Japão. Segundo T.Watariabe (1967): "Budo é uma palavra característica do povo japonês e sua origem se encontra nas formas de auto-proteção que permitiram a sobrevivência dos indivíduos e a perpetuação da espécie humana através do tempo". 

Essas formas de auto-proteção, que constituíram as artes marciais, nasceram da qualidade de vida que o povo japonês impôs a si próprio, diante da necessidade que tinham de se defender. Daí, então, surgiram os indivíduos com grande habilidade e treinamento nas artes marciais, formando uma casta de guerreiros conhecidos como "samurais", a serviço dos senhores feudais. 

Durante o período medieval japonês, do século XIV ao XVIII, aproximadamente, as artes marciais tiveram grande importância por seu uso militarista, apresentando evidente progresso técnico, destacando-se os grandes talentos em todas as formas de luta pela preservação da vida, utilizando-se de armas como sabres, lanças e outros instrumentos, bem com métodos de combates com as mãos nuas. Ao mesmo tempo em que aprimorava o físico para adquirir destreza na arte marcial, o "samurai" desenvolvia formas de dominar seus próprios impulsos e controlar sua vontade, em alto grau, para poder enfrentar as adversidades corajosamente "até a morte". Essa filosofia de vida era a alma das artes marciais e entendiam, os samurais, que ela só poderia ser atingida através de árduo treinamento para desenvolver o espírito de luta - "Budo" - através da busca da serenidade, da simplicidade e do fortalecimento do caráter, qualidades próprias da doutrina ZEN. Um código de honra, ética e moral, o "Bushido", conhecido como via do guerreiro, foi elaborado com forte influência do Budismo, alicerçando-se na preservação do caráter máximo, tal como honra, determinação, integridade, espírito de fé, imparcialidade, lealdade e obediência; preconizando uma forma de viver pela conduta de cavalheirismo, respeito, bondade, desprezo pela dor e sofrimento. 

Como uma das formas de arte marcial surgiu o Jujitsu, luta corporal sem uso de armas, não se tendo porém, registro preciso de sua origem. Algumas citações encontradas no "Nihon Shoki", que é uma crônica antiga do Japão, fazem referência ao início do Sumô que teria alguma relação com o Jujitsu naqueles tempos. Houve, então, evolução desses dois tipos de lutas corporais, em que o Sumô estabeleceu-se à base do uso da força e do peso, sendo orientado no sentido do espetáculo e o Jujitsu na base da habilidade, da astúcia e da ética, foi consagrado como combate real. 

A prática do Jujitsu levou à criação de inúmeras escolas, cujas características eram a especialização dos professores em determinadas técnicas, adotando estilos próprios e secretos, cujos princípios de ensinamento se apoiavam no conhecido axioma empregado pelos "samurais". "Na suavidade está a força"( Ju = suavidade; Jitsu = arte ou prática). Dentre essas escolas, duas delas foram especialmente estudadas pelo Professor Jigoro Kano, "Kito-Ruy"e "Tenshinshinyo-Ryu". 

A abertura dos portos japoneses em 1865, provocou intensas transformações do ponto de vista político-social, marcando a era "Meiji", quando foi abolido o sistema feudal, com rejeição da cultura e das instituições antiquadas, introduzindo-se os conhecimentos dos países ocidentais, ocorrendo acentuado declínio das artes marciais, em completo desuso no país. O Jujitsu não foi exceção, pois as escolas ficaram privadas das subvenções dos clãs e, ainda a modernização das forças armadas levou essa arte marcial a ser considerada parte do passado e em total decadência. 

Jigoro Kano, um jovem de físico franzino, graduado em filosofia pela Universidade Imperial de Tóquio, tendo conhecimento do Jujitsu, observou que suas técnicas poderiam ter valor educativo na preparação dos jovens, no sentido de oferecer ao indivíduo oportunidade de aprimoramento do seu autodomínio para superar a própria limitação. Assim, passou a ter como meta transformar aquela tradicional arte marcial num esporte que pudesse trazer benefícios para o homem, ao invés de utilizá-la como arma de defesa pessoal simplesmente.

Aprofundou seus estudos, pesquisando e analisando as técnicas conhecidas; o Professor Kano organizou-as de forma a constituir um sistema adequado aos métodos educacionais, como uma disciplina de educação Física, evitando as ações que pudessem ser lesivas ou prejudiciais à sua prática por qualquer leigo. Com esse intuito, em 1882 fundou sua própria escola e, para distinguir, de maneira evidente, das formas que identificavam o antigo Jujitsu, denominou de JUDÔ KODOKAN, destinada à formação e preparação integral do homem através das atividades físicas de luta corporal e do aperfeiçoamento moral, sustentada pelos princípios filosóficos e exaltação do caráter, que era a essência do espírito marcial dos samurais, o "Budo". 

Jigoro kano transformou a arte marcial do antigo Jujitsu no "caminho da suavidade" em que através do treinamento dos métodos de ataque e defesa pode–se adquirir qualidades mais favoráveis à vida do homem, sob três aspectos: condicionamento físico, espírito de luta e atitude moral autêntica. 

A primeira qualidade, condições físicas, é obtida pela prática do esporte que exige esforço físico extenuante, de forma ordenada e metódica para proporcionar um corpo forte e saudável. Pois todas as funções corporais tornam-se melhor adaptadas pela atividade que promove aumento de força muscular geral, da resistência, da coordenação, da agilidade e do equilíbrio. Devido ao treinamento rigoroso, também, o indivíduo tende a tomar mais cuidado com a sua saúde, prevenindo doenças e condicionando a reagir reflexivamente para evitar acidentes. 

A segunda qualidade, espírito de luta, significa que pela prática das técnicas do Judô e pela incorporação dos princípios filosóficos durante os treinamentos, o indivíduo se torna mentalmente, condicionado a proteger seu próprio corpo em circunstâncias difíceis, defendendo-se quando ameaçado perigosamente. Com o treinamento, adquire autoconfiança e autocontrole, não para fugir do perigo, mas para adotar medidas e iniciativas em qualquer situação. Em outras palavras, o Judô é uma arte para a auto-proteção total. 

Por último, a atitude moral autêntica é concebida através do rigor do treinamento, que induz a humildade social, a perseverança, a tolerância, a cooperação, a generosidade, o respeito, a coragem, a compostura e a cortesia. As experiências obtidas durante o treinamento, por tentativa e erro e pela aplicação das regras de luta, impõem mudanças de atitudes, elevando o poder mental da imaginação, redobrando a atenção e a observação e firmando a determinação. Quando falhas do conhecimento social e de moralidade constituem-se em problemas, um método de ensinar a cortesia entre as pessoas e melhorar a atitude social torna-se importante e, por isso, o Judô, desempenha papel relevante nesse contexto, como instrumento de formar e lapidar os verdadeiros caracteres morais do ser humano.

Fonte : http://www.judopiaui.com.br

 
 
 
Continue Lendo...

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O judô do Brasil em Jogos Olímpicos

O judô do Brasil em Jogos Olímpicos

Com bastante tradição no esporte, o Brasil chegou a Pequim com força no judô. Muitos atletas apareciam com chances de medalha. Tudo isso devido às boas participações nos Jogos Pan-Americano de 2007 e no Mundial, ambos disputados no Rio de Janeiro. Com grandes revelações na modalidade, o Brasil foi para a China de igual para igual com o Japão, país que detém mais triunfos em Olimpíadas.
Na história olímpica (antes de Pequim) o Brasil acumulava 12 medalhas: duas de ouro, três de prata e sete de bronze. Os japoneses possuíam 32 ouros em competições olímpicas. Porém, no Mundial de 2007, no Rio de Janeiro, Brasil e Japão conquistaram três medalhas de ouro cada, o que sugeria uma boa disputa e muito equilíbrio em Pequim.
Atualmente, o Brasil vive um de seus melhores momentos na história do judô. Tiago Camilo é considerado o melhor judoca do mundo em sua categoria, até 81 kg, tendo conquistado medalha de ouro no último Campeonato Mundial, realizado no Rio de Janeiro.


Judô
Atletas convocados para Pequim

Do lado feminino, um dos maiores destaques do Brasil na Olimpíada de Pequim era Mayra Aguiar. Com apenas 16 anos, a judoca estava entre as grandes favoritas ao ouro olímpico. Em 2007, no Pan-Americano do Rio de Janeiro, ela conquistou a medalha de prata. Infelizmente a atleta foi eliminada logo na estréia.
E por falar em estréia, o judô brasileiro não fez uma boa estréia em Pequim. João Derly, campeão mundial no meio-leve e uma das maiores esperanças de medalhas não passou das eliminatórias. No dia seguinte, por outro lado, outros dois grandes atletas brilharam nos tatames de Pequim e entraram para a história do judô brasileiro.
Ketleyn Quadros conquistou o bronze na categoria leve feminino e passou a ser a primeira atleta brasileira a subir ao pódio olimpico em uma prova individual. Outro recordista foi Leandro Guilheiros, que também ficou com medalha de bronze na categoria leve masculino. Guilheiros tornou-se o primeiro judoca a conquistar medalhas em dois Jogos Olímpicos consecutivos, já que em Atenas ele também obteve a medalha de bronze.

Ketleyn Quadros é bronze em Pequim
Ketleyn Quadros é bronze em Pequim
E os bons resultados do judô não pararam por aí. Tiago Camilo conquistou o bronze na categoria meio-médio (81 kg) e outros recordes foram quebrados. Ao lado de Aurélio Miguel e Leandro Guilheiro, Tiago também é mais um judoca a conquistar duas medalhas olímpicas - Thiago já havia ganho a prata em Sydney, 2000. Com esse resultado, o judô também passou a ser o segundo esporte que mais trouxe medalhas para o Brasil - 15 ao todo, contra 16 da vela.


Tiago Camilo
Tiago Camilo é bronze em Pequim

Dois outros bronzes, porém, escaparam por pouco. Edinanci Silva foi derrotada na disputa pelo bronze pela sul-coreana Gyeongmi Jeong e o até então desconhecido Eduardo Santos foi derrotado na repescagem da chave dos médios (90 kg). Eduardo chamou a atenção de todos os brasileiros pela sua força de vontade e garra em seguir no esporte, já que até ser convocado para integrar a delegação brasileira, Eduardo ainda não era faixa preta, pois não tinha condições financeiras de bancar o exame de faixa.

Confira os atletas brasileiros que estiveram em Pequim:

Masculino


Atleta Categoria
Denilson Lourenço Ligeiro (60 kg)
João Derly Meio-leve (66 kg)
Leandro Guilheiro Leve (73 kg)
Tiago Camilo Meio-médio (81 kg)
Eduardo Santos Médio (90 kg)
Luciano Correa Meio-pesado (100 kg)
João Gabriel Schlittler Pesado (+ 100 kg)

Feminino


Atleta Categoria
Sarah Menezes Ligeiro (48 kg)
Érika Miranda Meio-leve (52 kg)
Ketleyn Quadros Leve (57 kg)
Danielle Yuri Meio-médio (63 kg)
Mayra Aguiar Médio (70 kg)
Edinanci Silva Meio-pesado (78 kg)
Continue Lendo...

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Atletas brasileiros de destaque no Judô

Atletas brasileiros de destaque

O sucesso do judô brasileiro nas olimpíadas tornou um esporte um dos mais praticados no Brasil. Com isso, algumas conquistas e feitos por parte dos judocas brasileiros foram alcançados. 

Uns destes grandes feitos estão as 12 medalhas conquistadas em Olimpíadas, sendo duas delas de ouro. Aurélio Miguel, foi o responsável por conquistar uma delas, nos Jogos Olímpicos de Seul, na Coréia do Sul, em 1988.

O judoca Rogério Sampaio, faturou a outra medalha dourada nos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992, na Espanha. Estes dois foram os responsáveis por incentivarem uma nova geração de judocas vencedores.

Esta nova geração, formada por Tiago Camilo, Leandro Guilheiro e Ketlyn Quadros ainda não conseguiu conquistar títulos de expressão, porém, cada um deles já tem em suas estantes medalhas olímpicas.

Leandro Guilheiro têm duas medalhas de bronze conquistadas nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, na Grécia e outra nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, na China, além de ter conquistado uma medalha de prata nos Jogos Pan-americanos do Rio, em 2007.

Já o judoca Tiago Camilo, conquistou uma medalha de prata, nos Jogos Olímpicos de Sydnei, em 2000, na Austrália, e um bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, na China, além de ser octacampeão brasileiro.

A judoca Ketleyn Quadros, entrou para a história do judô feminino sendo a primeira judoca mulher brasileira a conquistar uma medalha olímpica, sendo ela a de bronze, nos Jogos Olímpicos de Pequim.


Continue Lendo...